Teoria de Dow

A teoria de Dow foi desenvolvida por Charles Dow,
fundador do “Wall Street Journal” e criador do índice
Dow Jones, ainda no século 19. E até hoje é a base da
Análise Técnica.
A teoria aborda a movimentação dos preços de
ações de acordo com os seguintes fundamentos:
Os preços descontam tudo
Para Charles Dow, todos os fatores que afetam os
preços das ações já estão incorporados a seus preços, exceto o que ele chamou de “atos de Deus”: furacões, terremotos, guerras, calamidades e outros acontecimentos.
Mesmo imprevisíveis, tais fatos são rapidamente assimilados ao preço. Assim, se todas as notícias, informações e fatos relevantes que poderiam influenciar na valorização ou desvalorização do ativo já estão embutidos em seu preço, Dow concluiu que é possível avaliar cotações, estimar preços e decidir pela compra ou venda de um ativo avaliando apenas as variações de preços em função do tempo. Nenhum outro tipo de estudo é necessário.
O Mercado se Move em Tendência
Segundo Dow, o mercado segue tendências — de alta, baixa ou lateralizada (consolidação) — que se movimentavam como as ondas do mar.
A tendência de alta se estabelece quando os movimentos de alta são maiores que os movimentos de baixa, e vice-versa. Se os movimentos são do mesmo tamanho, temos uma consolidação – ou lateralização — e não tendência.
Tendência de Alta
É formada por topos e fundos ascendentes, assim como as ondas do mar quando a maré
sobe.
Cada nova onda avança um pouco mais que a anterior e recua um pouco menos
na areia da praia.

Tendência de baixa
É formada por topos e fundos descendentes, assim como as ondas do mar quando a
maré baixa.
Cada nova onda avança um pouco menos que a anterior e recua um pouco
mais nas areias da praia.

Lateralização ou Consolidação
O mercado não avança de um determinado topo e não recua de um determinado fundo,
ou seja, ele anda de lado, não possuindo topos e fundos ascendentes, nem descendentes.


